Se não é medido, não é gerido. Os indicadores que tornam a qualidade da limpeza verificável, em vez de uma questão de confiança.
A qualidade de um serviço de limpeza costuma ser avaliada por impressão. O espaço parece limpo, logo o serviço é bom. O problema é que a impressão muda com o dia, com a pessoa e com a zona. Medir resolve esse problema.
Neste artigo
01Tarefas contratadas versus tarefas realizadas
O indicador mais simples e mais revelador. Quantas das tarefas previstas no plano foram efetivamente executadas no período. Uma taxa abaixo do contratado é um sinal de alerta antes de se tornar uma reclamação.
02Não conformidades e tempo de resolução
Registar uma falha não é admitir fracasso, é gerir. O que interessa é quantas ocorrências foram abertas, quanto tempo demoraram a resolver e se voltaram a acontecer. Um fornecedor que esconde ocorrências é um fornecedor que não as gere.
03Satisfação de quem usa o espaço
Os indicadores operacionais ganham contexto quando cruzados com a satisfação dos utilizadores. Uma operação pode cumprir o plano e ainda assim falhar na perceção, o que aponta para um plano desajustado à realidade do espaço.
04Tornar os dados acessíveis
De pouco serve medir se os dados ficam fechados no fornecedor. Um portal onde o cliente consulta indicadores, conformidades e relatórios em tempo real transforma a relação. Deixa de ser confiança cega e passa a ser verificação.
Medir não complica o serviço. Torna-o defensável.
